sexta-feira, 25 de setembro de 2015
17:45 | Postado por
Natanael Adiwardana |
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"Quando se esforça demais
para que as linhas sejam preenchidas
talvez seja melhor apenas rabiscá-las.
Sem pretensões,
Sem tensões.
Tampouco eu
tenso.
Não lhes tenho
Nem pertenço.
Livre
Livro
Li.
Lido
Como lidei
Sem querer,
Escrevi o que quis.
Com ou sem
licença,
da poesia.
Li
incenso.
Licença
ao poeta,
É a ciência
deste,
a Poética."
NSA 25092015
sábado, 8 de março de 2014
07:29 | Postado por
Natanael Adiwardana |
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Mentiras
e farsas
no medo
de não haver
aparências
para julgar.
O bruto,
dilapidado,
de lápide,
de lápis,
lazúli e jade
Fúnebres
a coroar.
O que nega
o negro,
aos negócios
abnego.
Me nego
me negro,
nego a mente.
Límpida mente
tuas nítidas
vidraças
apenas
mentem
Nitidamente.
Olhos que querem gritar
não se deixem fechar.
Coloquem em suas mãos
a coroa,
o seu lugar.
NSA 08/03/2014
e farsas
no medo
de não haver
aparências
para julgar.
O bruto,
dilapidado,
de lápide,
de lápis,
lazúli e jade
Fúnebres
a coroar.
O que nega
o negro,
aos negócios
abnego.
Me nego
me negro,
nego a mente.
Límpida mente
tuas nítidas
vidraças
apenas
mentem
Nitidamente.
Olhos que querem gritar
não se deixem fechar.
Coloquem em suas mãos
a coroa,
o seu lugar.
NSA 08/03/2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Inquietas
14:16 | Postado por
Natanael Adiwardana |
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Inquietas
Quanto tempo continuarei
perguntando
Sobre o tempo?
Prefiro que tenha algo a mais
para escrever
e pensar
do que apenas lamúrias.
de suas faltas de aquisições
pelo medo
ou preguiça.
Um pouco mais de humanidade
desumana
nisso tudo
que não sei fazer
melhor que eu.
A imperfeição que falta
nas redomas que não suportam,
afogam,
os que me olham
- e meu espelho,
em mim.
Quem me dera?
'Vamos simplesmente
ser um pouco melhores
do que nos tornamos
E assim seremos muito mais.'
Me dará?
Quem?
Daria? Dario?
Nem dou,
soou,
sou
ninguém.
Seria bom
ser menos do que me cobro
e do que vêem em mim
Pois o fardo é longo e pesado demais
Não sei se aguentarei.
Pergunta-me se estou bem
e lhe responderei.
Mas não espere entender
o que eu tampouco,
(Louco!)
Tampo o trampo
Esqueço tanto.
Não me lêem,
não me vê.
Agradeço a esta epifania
de fim de noite
Por libertar essas palavras ansiosas
que me atormentavam
Elas odeiam minha voz,
mas ainda mais,
meu silêncio.
N.S.A
(04.01.14 - alt 17.01.14)
Quanto tempo continuarei
perguntando
Sobre o tempo?
Prefiro que tenha algo a mais
para escrever
e pensar
do que apenas lamúrias.
de suas faltas de aquisições
pelo medo
ou preguiça.
Um pouco mais de humanidade
desumana
nisso tudo
que não sei fazer
melhor que eu.
A imperfeição que falta
nas redomas que não suportam,
afogam,
os que me olham
- e meu espelho,
em mim.
Quem me dera?
'Vamos simplesmente
ser um pouco melhores
do que nos tornamos
E assim seremos muito mais.'
Me dará?
Quem?
Daria? Dario?
Nem dou,
soou,
sou
ninguém.
Seria bom
ser menos do que me cobro
e do que vêem em mim
Pois o fardo é longo e pesado demais
Não sei se aguentarei.
Pergunta-me se estou bem
e lhe responderei.
Mas não espere entender
o que eu tampouco,
(Louco!)
Tampo o trampo
Esqueço tanto.
Não me lêem,
não me vê.
Agradeço a esta epifania
de fim de noite
Por libertar essas palavras ansiosas
que me atormentavam
Elas odeiam minha voz,
mas ainda mais,
meu silêncio.
N.S.A
(04.01.14 - alt 17.01.14)
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Pedido
06:09 | Postado por
Natanael Adiwardana |
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Ela pediu
Um jarro cheio d’água
Para derramar sobre si
Num banho fresco
Toques sem igual
Ela pediu
De longe
Um sopro em sua nuca
Para afagar suas mechas
morenas,
Morena.
Ela pediu
Sussurro em sua orelha
Cantado em dó ré mi
Para esnobar o silêncio
Sem sol, e Sol
Ela pediu
Colo pra suas madeixas
Letras voadas e retas
Pra o arrepio ficar.
NSA 12112013
domingo, 10 de novembro de 2013
Amor à venda
08:30 | Postado por
Natanael Adiwardana |
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Corpos, seios
Vitrines, membros
Tudo disponível
Tudo tem preço.
Prazer, sou um nome
Escolha o sabor
A corMeu cheiro
Com prazer, com dor
Compras
Compraz?
Quanto tempo
Tem tua pele
Para sentir?
Teus olhos
Para atravessar?
Suas brocas são invisíveis
Não me atravessam
Por trás do luxo
De suas lentes de cor
E da sua liberdade
Vazia
Sua janela
Está trancada.
A gaiola
Da tua alma
Nesta venda
Paga à vista.
Investe
Em vestes
em autos
preços altos
Autonomia
Em sobreviver
E em auto
Só.
Este autismo
Mania
Do auto
De mim
Ser
Eu
Indivíduo
Individual apenas.
Num mundo espelhado
Vidraça escarrada
De vontade própria
Sem amor próprio
Sem amor.
Amor.
Quando o amor virou objeto,
puras letras e poesias frias,
ilusões de sensações sem vida,
sexo de mentira em banheiras de cristal líquido
e olhares rasos
sem mistério?
NSA 10112014
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